Me aqueça em dias frios, me abrace quando meus olhos se encherem de lágrimas. Me dê broncas quando eu estiver errado, observe os detalhes. Me faça soltar gargalhadas em dias tristes, puxe meu cabelo por pirraça. Troque balinha boca-a-boca comigo, morda meu lábio. Puxe minha camisa caso eu vá embora, me beije quando o silêncio falar mais alto. Deite sua cabeça sobre meu colo e me deixe ninar até que você durma, confie em mim. Aceite meus sorrisos, beijos e abraços.
Eu e meu vício em coisas de papelaria.
Boa noite, pessoal. Cada pessoa tem um vício, e o meu, sem dúvida, é tudo que envolve papelaria. Desde criança, eu sou a louca dos papéis, cadernos, canetas, lápis de cor e afins. No ensino médio, meus amigos brincavam comigo: "Quer presentear a Sônia? É só dar papel e caneta pra ela!". E eu adorava, claro! HAHAHA. Na faculdade, todo início de semestre era a mesma história: cadernos lindos e canetas novas. Meu estojo tinha, sem exagero, umas 20 canetas de todas as cores possíveis. Enquanto isso, meus colegas apareciam com qualquer caderno velho, pedaço de folha avulsa, canetas sem tampa ou quebradas (meus olhos ardiam ao ver aquilo!). Mas eu sempre fui muito organizada, tanto que comprei tanto caderno que, mesmo depois de formada, ainda sobraram vários! HAHAHA. E sobre canetas? Nem se fala! Muitos colegas pediam emprestado quando os professores passavam esquemas coloridos no quadro. Meu caderno era um verdadeiro carnaval, e olha que eu fazia Engenharia! Imagina a chacota? Um ...

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